Assumindo-se como um retrato da sociedade portuguesa setecentista (a acção decorre entre 1560 e 1710), dividida entre Lisboa e o Império Português no Oriente, no âmbito do qual a autora caracteriza a vida na corte e as casas da fidalguia, a dureza da roda dos expostos, onde eram abandonadas as crianças enjeitadas e a vida atribulada dos marinheiros nas longas travessias até ao Oriente, a acção de «Crónica de Amor e Mar» desenrola-se a partir da voluptuosa mas trágica história de amor entre D. Leonor e D. Henrique. Uma história de amor que apesar de nunca assumida, resulta na gestação de uma criança que é imediatamente entregue à Roda dos Expostos, expostos de ontem e de hoje, a quem a autora dedica aliás este o livro, e cujo destino trágico apenas se alterará após a revelação do segredo que encerra o poderoso Dente Sagrado do Buda furtado pelos Portugueses no Oriente que se quebra aquando da súbita morte de D. Leonor...
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- Agradecimentos
- I – 1560
- II
- III
- IV – Lisboa, 1678
- V – 1689
- VI
- VII
- VIII – 1694
- IX
- X
- XI
- XII – 29 de Maio de 1696
- XIII – Março de 1696
- XIV – Goa, 15 de Setembro de 1696
- XV
- XVI
- XVII – 1702
- XVIII – 1703
- XIX
- XX
- XXI
- XXII – 1706
- XXIII – 1706
- XXIV
- XXV – 1696
- XXVI
- XXVII
- XXVIII – 1708
- XXIX – 1709
- XXX
- XXXI – Janeiro 1710
- Epílogo
- Factos históricos